sexta-feira, 7 de agosto de 2009
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Você se reconhece na foto?
Essa foto está círculando pela internet. Ninguém sabe quem tirou a foto, de onde veio, se o rapaz é rico, pobre, se é dono do cão, se a foto é posada, não importa, a expressão na foto é a mesma.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Lost Dogs Film
www.lostdogsfilm.org
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Esterilização é uma cirurgia que consiste na remoção do útero e de ovários, na fêmea, e dos testículos, no caso dos machos. Trata-se de um método definitivo. A esterilização de cães e gatos é uma cirurgia que impedirá a procriação.
Ela deverá ser feita somente por médico veterinário, estando o animal sob o efeito de anestesia geral. A esterilização pode ser realizada em qualquer fase da idade reprodutiva do animal. A maioria dos veterinários, entretanto, recomenda que seja feita a partir dos quatro meses.
Esterilize seus animais e ajude a educar a população sobre essa necessidade, como ato de amor e responsabilidade. Consulte seu veterinário. Ao esterilizar o seu animal você estará praticando um ato responsável: além de evitar crias indesejadas, contribui para diminuir o número de animais abandonados e sacrificados, pois a principal causa do abandono é o descontrole populacional.
terça-feira, 7 de julho de 2009
Governo Português rejeita retomar caça à baleia!
O Governo português rejeitou qualquer intenção de permitir que a caça à baleia seja retomada e garantiu que vai assegurar o cumprimento da proibição desta atividade na sua Zona Econômica Exclusiva. O Governo Português rejeita que a caça à baleia venha a ser retomada em Portugal e tudo fará para assegurar o cumprimento da proibição desta atividade em suas águas territoriais, adianta o ministério do Ambiente em comunicado.
Observação de baleias gera mais riqueza do que a caça!
No documento, o Governo destaca que Portugal é um caso reconhecido de sucesso de um país que conseguiu transformar suas atividades de caça à baleia (proibida desde meados dos anos 80 ) em atividades de observação de cetáceos e recomenda que outros países adotem a mesma linha de valorização econômica dos cetáceos .
(In “IOL Diário”, 25 de Junho de 2009, http://diario.iol.pt/ambiente/baleia-caca-ambiente-acores-tvi24-ultimas-noticias/1071856-4070.html)
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Encontrei seu cão
Aqui por perto, a maioria das pessoas já tem vários cães; aqueles que não têm nenhum não querem um cão. Eu sei que você esperava que ele encontrasse um bom lar quando o deixou aqui, mas ele não encontrou. Quando o vi pela primeira vez, ele estava bem longe da casa mais próxima e estava sozinho, com sede, magro e mancava por causa de um machucado na pata.
Eu queria tanto ser você naquele momento em que parei na frente dele. Para ver sua cauda abanando e seus olhos brilhando ao pular nos seus braços, pois ele sabia que você o encontraria, sabia que você não esqueceria dele. Para ver o perdão em seus olhos pelo sofrimento e pela dor por que ele havia passado em sua jornada sem fim a sua procura...
Mas eu não era você. E, apesar das minhas tentativas de convencê-lo a se aproximar, seus olhos viam um estranho. Ele não confiava em mim. Ele não se aproximava.
Ele virou as costas e seguiu seu caminho, pois tinha certeza de que esse caminho o levaria a você. Ele não entende que você não está procurando por ele. Ele só sabe que você não está lá, sabe apenas que precisa te encontrar. Isso é mais importante do que comida, água ou o estranho que pode lhe dar essas coisas.
Percebi que seria inútil tentar persuadi-lo ou segui-lo. Eu nem sei seu nome. Fui para casa, enchi um balde d'água e uma vasilha de comida e voltei para o lugar onde o havia encontrado. Não havia nem sinal dele, mas deixei a água e a comida debaixo da árvore onde ele havia buscado abrigo do sol e um pouco de descanso. Veja bem, ele não é um cão selvagem. Ao domesticá-lo, você tirou dele o instinto de sobrevivência
nas ruas. Ele só sabe que precisa caminhar o dia todo. Ele não sabe que o sol e o calor podem custar-lhe a vida. Ele só sabe que precisa encontrá-lo.
Aguardei na esperança de que voltasse para buscar abrigo sob a árvore, na esperança de que a água e a comida que havia trazido fizessem com que confiasse em mim e eu pudesse levá-lo para casa, cuidar do machucado da pata, dar-lhe um canto fresco para se deitar e ajudá-lo a entender que agora você não faria mais parte de sua vida. Ele não voltou aquela manhã e, quando a noite caiu, a água e a comida permaneciam intocadas. Fiquei preocupada. Você deve saber que poucas pessoas tentariam ajudar seu cão. Algumas o enxotariam, outras chamariam a carrocinha, que lhe daria o destino do qual você achou que o estava salvando - depois de dias de sofrimento sem água ou comida.
Voltei ao local antes do anoitecer. Não o encontrei. Na manhã seguinte, voltei e vi que a água e a comida permaneciam intactas. Ah, se você estivesse aqui para chamar seu nome! Sua voz é tão familiar para ele. Comecei a ir na direção que ele havia tomado ontem, sem muita esperança de encontrá-lo. Ele estava tão desesperado para te encontrar, que seria capaz de caminhar muitos quilômetros em 24 horas.
Algumas horas mais tarde, a uma boa distância do local onde eu o havia visto pela primeira vez, finalmente encontrei seu cão. A sede não o atormentava mais. Sua fome havia desaparecido e suas dores haviam passado. O machucado da pata não o incomodava mais. Agora seu cão está livre de todo esse sofrimento. Seu cão morreu.
Ajoelhei-me ao lado dele e amaldiçoei voce por não estar aqui ontem para que eu pudesse ver o brilho, por um instante sequer, naqueles olhos vazios. Rezei, pedindo que sua jornada o tenha levado aquele lugar que acho que você esperava que ele encontrasse. Se você soubesse por quanta coisa ele passou para chegar lá... E eu sofro, pois sei que, se ele acordasse agora, e se eu fosse você, seus olhos brilhariam ao reconhecê-lo, ele abanaria sua cauda, perdoando-o por tê-lo abandonado.
(autor desconhecido)
sábado, 21 de março de 2009
Denuncie!
Abandono configura maus tratos previstos na Lei 9605 de 1998, cujo artigo 32 diz:Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos é crime. A pena é de detenção de 3 meses a l ano. e também pagamento de multa. A pena é aumentada de l sexto a l terço, se ocorrer a morte do animal.
A regulamentação desta legislação está definida no Decreto 3.179, de 21 de setembro de 1999. Os animais domésticos estão contemplados no artigo 17 da Seção I, capítulo II: "Praticar ato de abuso, maus-tratos ... multa de R$500,00 a R$2.000,00, com acréscimo por exemplar excedente."Por referirem-se a crime, as denúncias devem ser encaminhadas a Departamentos Policiais (DP).
Deve-se ir até uma delegacia e fazer a ocorrência. Assim estar-se-á valorizando os direitos dos animais e contribuindo para diminuir a irresponsabilidade e a impunidade.
Na delegacia, procurar o escrivão de polícia e relatar o fato ocorrido, com base no artigo 32 supra mencionado.
A ocorrência deve ser registrada. Não havendo atendimento satisfatório, procurar a Ouvidoria ou a Corregedoria da Polícia Civil, tendo à mão o nome da equipe que lhe atendeu na Delegacia. Em ultima instancia, o Ministério Público é o órgão de controle da Polícia Civil.
Não se omitir ao ver um animal ser abandonado. Deve-se tentar impedir - conscientizando o dono ou anotar a chapa do carro e proceder conforme a orientação dada.
Retirado de: http://www.soama.org.br/legislacao_denuncie.shtml
quinta-feira, 5 de março de 2009
Seja uma boa pessoa :)
"A compaixão pelos animais está intimamente ligada à bondade de caráter, e pode ser seguramente afirmado que quem é cruel com os animais não pode ser um bom homem."
-Arthur Schopenhauer
:Dsexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Rasteirinha
Era uma ensolarada manhã de janeiro quando bateram a campainha.Para minha surpresa, era um moço deixando uma pequena gatinha a pedido do projeto Lana. Ao pegar a caixa, vi o quanto era bonita a gatinha de três cores e pelos semi-longos! No entanto, um bilhete enviado com ela dizia o quanto ela era especial:
“Pri, ontem à noite abandonaram aqui esse gatinho paraplégico, não sei o que ele tem nem o que fazer com ele, por favor leve-o para o prof. Edgar.
Ele não anda e a barriga dele parece estar crescendo, parece estar inchando...”
Logo surgiu a preocupação, mas arrumei um lugar para ela ficar como fizemos com todos os que chegaram aqui.
À tarde pudemos levar ela ao veterinário e soubemos o diagnóstico: o fim de sua coluna estava afundada e houve perda permanente do movimento das patas traseiras, ela somente urinaria e defecaria quando estivesse no seu limite, por isso deveríamos observa-la por alguns dias, se seu funcionamento interno não desse resposta ia ser sacrificada. Decepcionadas com as notícias, eu e minha mãe ficamos pensando no motivo que a levou para aquela situação, o veterinário nos deu o mais possível: alguém deveria ter batido nela com algum objeto. Trouxemos a gatinha para casa na esperança de que ela reagisse.
Desde o primeiro dia que ela esteve aqui, sempre se comportou como um gato normal, miava quando via alguém chegando, ronronava toda vez que recebia carinho, apenas não andava, mas arrastava suas patinhas traseiras para brincar, e brincava com qualquer objeto que dessem a ela, pois estava exatamente na sua fase infantil.
Passada uma semana, ela não mostrou os resultados esperados, e seguindo as instruções do veterinário, teríamos que sacrifica-la o quanto antes. Mas não tivemos coragem.
A gatinha acabou indo para a casa do Edgar, onde permaneceu durante duas semanas sem demonstrar nenhuma reação positiva, o que causou a sua morte.
Esta gatinha foi apenas um exemplo de casos que ocorrem todos os dias.
Animais são espancados, muitas vezes até a morte, pelo simples fato de cruzarem o caminho de pessoas que não gostam deles, pessoas que nem se importam com o sofrimento que podem causar.
É...“a humanidade é desumana...”








